sábado, 4 de julho de 2015

William Bonner tira onda de operador de câmera

 Apresentador mostrou bastidores do Jornal Nacional




William Bonner mais uma vez quebrou o gelo nos bastidores do Jornal Nacional. Antes da edição desta quarta-feira (27), o apresentador trocou de lugar com um colega.
 
Na foto, Bonner aparece no lugar de um dos operadores de câmera:
 
“Ih! Olha quem tá testando como é ficar no lugar do operador de câmera Marcelo Vianna. Boa noite!”, legendou a foto.
 
Há 46 anos no ar, o Jornal Nacional busca uma identidade mais leve, na qual as fotos da irreverência de Bonner fora do ar ganham cada vez mais destaque.




Fonte: http://www.ofuxico.com.br



William Bonner e famosos saem em defesa de Maju Coutinho.

A jornalista foi vítima de comentários racistas e preconceituosos na página oficial do Jornal Nacional




Após ser vítima de comentários preconceituosos e racistas na página oficial do Jornal Nacional, Maria Júlia Coutinho recebeu o apoio de vários famosos, que ficaram revoltados com os ataques sofridos pela jornalista, que atualmente apresenta o clima tempo do JN.

Na tarde desta sexta-feira (3), quando os comentários vieram à tona, celebridades começaram a publicar fotos da Maju, como é carinhosamente falando, e print dos comentários maldosos.

A equipe do Jornal Nacional, incluindo William Bonner e Renata Vasconcellos, gravaram um vídeo protestando contra as publicações preconceituosas e lançaram a hashtag #SomosTodosMaju, que logo se espalhou pela rede social.
Outras celebridades, como Adriane Galisteu, Gaby Amarantos, Thiaguinho e Rafael Zulu, também falaram sobre o assunto e mostraram a revolta e o apoio à Maju.

Adriane Galisteu: “Estou horrorizada com o que estou lendo, na página do jornal nacional do Facebook. Repostei por pura indignação e raiva destas pessoas preconceituosas, mal educadas, mal amadas... Espero que o ministério público tome providências... Racismo é crime!”.
Gaby Amarantos: “EI @majucoutinho, meu pai pediu para te dizer que te ama e que está muito triste com esse racismo ridículo que muitos insistem em dizer que não existe. Ele tem 65 anos e é o negro mais orgulhoso que eu conheço, força NÊGA que estamos todos com você!”.
Thiaguinho: “Desculpa, mas não posso olhar isso e ficar quieto! Cambada de safado covarde... Faço das palavras do Zulu as minhas. Não tolero preconceito. Seja qual for. Não podemos aceitar. NÃO!!!”
Rafael Zulu: “Fazer sucesso no Brasil parece que é crime! Qualquer tipo de intolerância eu interpreto como Violência... Como crime!!!! Então esses covardes que se juntam sempre pra direcionar esse tipo de maldade contra qualquer pessoa, merecem ser presos! Pena que as redes sociais possibilitam que porcos façam essas coisas sem serem punidos! Gostaria muito de encontrar só um deles... Só um deles! #AtéQuando”.



Fonte: http://www.ofuxico.com.br/



Datena e Marcelo Rezende.

Datena e Marcelo Rezende: uma combinação perfeita.


Por Helder Vendramini



Nos últimos dias foi ventilado na imprensa,inclusive aqui no Vicente News, uma informação dando conta de que José Luiz Datena e Marcelo Rezende, hoje concorrentes em seus respectivos noticiários mundo-cão (“Brasil Urgente”, da Band e “Cidade Alerta”, da Record), querem estar juntos em um novo projeto, que estaria sendo oferecido não às emissoras de seus idealizadores, mas a uma terceira: o SBT.

Não é de hoje que Datena e Rezende se digladiam por audiência no horário mais carniceiro da televisão, mas também não é de hoje que Datena reclama por ter que apresentar um programa nesses moldes.

Não é certo se as reclamações são reais ou apenas jogadas para manter o jornalístico na mídia, mas o fato é que o polivalente apresentador acabou rotulado por sua condução em programas desse estilo.

Se Datena se diz cansado, Rezende optou por outro caminho, fazendo de seu “Cidade Alerta” menos pesado e tenso e mais leve, com toques de humor.

Uma coisa é certa: quer estejam sérios, quer bem humorados, Datena e Rezende são dois dos melhores apresentadores do país. Irretocáveis no que fazem, embora apresentem atrações que não condigam com suas boas performances.

A capacidade de Datena de segurar um programa sem trazer absolutamente nenhum fato novo é louvável. O apresentador é capaz de falar sobre uma tampa de caneta (daquelas que ele adora usar no bolso) por duas, três, quatro horas sem ser chato e sem dispersar a audiência.

Rezende, em contrapartida, se não tem tal capacidade, é excelente em criar fatos novos, fazendo ligações entre assuntos diferentes e, muitas vezes, relacionando com seu vasto currículo de reportagens investigativas.

Uma junção de Datena e Rezende seria algo realmente bombástico. A fusão de duas cabeças que se complementam quando o assunto é a produção de um programa.

O formato escolhido também impõe respeito: uma releitura do “Perdidos na Noite”, um dos maiores sucessos da televisão brasileira, dirigido pelo excelente Goulart de Andrade e apresentado pelo até então repórter esportivo Fausto Silva.

“Perdidos” começou na TV Gazeta em 1984, foi para a Record no mesmo ano e chegou à Bandeirantes em 1986, onde permaneceu por dois anos até Faustão alçar voo para os domingos da TV Globo, concorrendo com Silvio Santos.

O relativo pouco tempo que permaneceu no ar dá uma mostra da força do programa, que marcou a história da televisão brasileira.

Seria interessante também ver Datena e Rezende apresentando outros formatos, algo que fazem bem, embora não tenham tido muitas oportunidades em suas carreiras.

Os dois, que protagonizaram uma das mais bizarras danças das cadeiras da televisão brasileira, quando Datena, então à frente do “Cidade Alerta”, saiu da Record para apresentar o “Datena: Repórter Cidadão” na RedeTV!. Mas a mudança durou pouco. Dias depois, o apresentador estava de volta à emissora da Barra Funda, deixando o programa, que obviamente passou a se chamar apenas “Repórter Cidadão”, sob o comando de Rezende.

Se vingar, o novo “Perdidos na Noite”, com o nome de “É Nóis na Fita, Mano”, tem tudo para ser uma das maiores novidades da tão carente televisão aberta brasileira na atualidade.


Fonte: http://natelinha.ne10.uol.com.br/

Em 21 anos, real perde poder de compra.

Em 21 anos, real perde poder de compra, e nota de R$ 100 vale R$ 19,90.

Sophia Camargo
Do UOL, em São Paulo





Nesta quarta-feira (1º), o Plano Real completa 21 anos.
Segundo o matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho, a inflação acumulada de 1/7/1994 até 1°/7/2015, medida pelo IPCA, é de 402,4% (considerando um IPCA estimado em 0,7% em junho de 2015).
Em decorrência desse fato, a cédula de R$ 100 perdeu 80,1% do seu poder de compra desde o dia em que passou a circular.
Apesar de o valor de face da cédula indicar R$ 100, o poder de compra da nota atualmente é de apenas R$ 19,90.  "O valor da moeda foi reduzido a um quinto nesses 21 anos", diz Vieira Sobrinho.

Mesmo com desvalorização, real atingiu objetivos 

O matemático financeiro acredita que mesmo com essa desvalorização, o Plano Real tem sido uma vitória, pois a moeda ainda tem poder de compra.
Heron do Carmo, professor de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), concorda com a análise do matemático financeiro.
"O Plano Real tem sido um sucesso no sentido de controlar a hiperinflação. Para se ter uma ideia, apenas no primeiro trimestre de 1990, a inflação acumulada foi maior do que durante todo o Plano Real."
Segundo as contas do professor Vieira Sobrinho, entre janeiro e março de 1990, a inflação acumulada pelo IPCA, no trimestre, ficou em 437,02%, superior à inflação acumulada nos 21 anos do Plano Real, de 402,4%.
Entre as décadas de 80 e 90, o Brasil viveu uma época de hiperinflação. Segundo cálculos do matemático, no período de maio de 89 a abril de 90, a inflação foi de 6.821,3%, o que dá 42,3% ao mês, em média.
"Uma nota que tivesse um valor de face de 100 nessa época, em um ano valeria 1,44, ou seja, teria perdido 98,6% do seu valor", afirma o professor. "Em contrapartida, em 21 anos, o Real ainda preserva algum valor. Isso é uma vitória", diz.

Como se proteger da inflação?

Quem tem dinheiro para investir pode aplicar em investimentos que rendam inflação mais juros, protegendo o dinheiro dos efeitos da inflação. A poupança fazia esse papel até o ano passado, mas ela está rendendo abaixo da inflação. Ou seja, aplicar na poupança não protege o dinheiro. 
A alternativa podem ser títulos públicos, como papéis do Tesouro IPCA+, que pagam a inflação mais um percentual. Os especialistas também recomendam o Tesouro Selic.
Segundo economistas, um pouco de inflação pode ser saudável numa economia e é melhor do que a deflação (quando há queda generalizada de preços).

Fonte: http://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2015/07/01/em-21-anos-real-perde-poder-de-compra-e-nota-de-r-100-vale-agora-r-1990.htm 

Boatos sobre economia o assustam?

Boatos sobre economia o assustam? Constituição proíbe confisco de poupança.

Sophia Camargo
Do UOL, em São Paulo




O confisco da poupança realizado no governo Fernando Collor em 1990 foi tão traumático para os brasileiros que muitos ainda temem a possibilidade de o governo implementar essa medida como forma de combater a inflação e a crise na economia.
Boatos insistentes de confisco das contas da poupança e do FGTS têm circulado pelas redes sociais desde que a presidente Dilma Rousseff assumiu o segundo mandato.
Se você tem medo disso, especialistas ouvidos pelo UOL dizem que, na democracia, isso não é possível:
  • A Constituição proíbe confiscos
  • Se a lei fosse mudada, demoraria e ninguém seria pego de surpresa
  • A Justiça julgaria qualquer confisco inconstitucional
  • Um confisco poderia acontecer só numa ditadura

Depois de Collor, a Constituição foi mudada por Emenda

Em fevereiro, o Ministério da Fazenda emitiu um comunicado informando que não há possibilidade de haver confisco da poupança.
A situação é diferente da época de Collor, e a Constituição agora proíbe qualquer confisco. A Constituição é de 1988, a mesma do governo Collor, mas foi feita uma Emenda em 2001 que proibiu essa prática. Emenda é a forma pela qual a Constituição pode ser alterada legalmente.
Ainda assim, muitas pessoas se assustam quando ouvem falar do assunto. O medo da publicitária Lidia Barbosa, 53, de Curitiba, foi tanto após ter ouvido várias vezes o boato que ela e a família resolveram tirar as economias da poupança e dividir em várias pequenas aplicações e bancos. "Estava tudo num banco só, estamos com medo da situação."
Diante desse temor, o UOL entrevistou três professores de Direito para saber se há possibilidade jurídica de o governo realizar um confisco da poupança ou de outras aplicações financeiras.
Foram ouvidos o vice-presidente da AIDC (Associação Internacional de Direito Constitucional) e professor de Direito Constitucional da PUC-SP Marcelo de Oliveira Fausto Figueiredo, o professor titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da USP e PUC/SP André Ramos Tavares e o professor de Direito Financeiro da Faculdade de Direito da USP Fernando Facury Scaff.

Constituição proíbe medida provisória sobre confisco

A resposta unânime dos três é que não é possível haver confisco da poupança ou qualquer outro ativo financeiro na vigência do Estado Democrático de Direito.
Segundo o professor Ramos Tavares, a Constituição proíbe expressamente qualquer medida provisória que vise a detenção ou sequestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro. 
A proibição está na Emenda Constitucional 32/2001, artigo 62, parágrafo 1º, inciso II: "É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria que vise detenção ou sequestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro".
Medida provisória é um ato do governo federal que pode ser tomado sem consultar o Congresso e tem validade imediata.
"A Constituição é bem explícita e abrangente sobre a medida provisória, pois o problema maior está nessa medida de urgência, que pode ser editada e publicada com absoluta surpresa para toda sociedade", explica o professor.

Fonte: http://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2015/07/03/boatos-sobre-economia-o-assustam-constituicao-proibe-confisco-de-poupanca.htm

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Dólar anula alta da véspera e fecha em queda de 1,6%, a R$ 3,096

Do UOL, em São Paulo



O dólar comercial fechou em queda de 1,56% nesta quinta-feira (2), cotado a R$ 3,096 na venda. Na véspera, a moeda tinha subido 1,16%, para R$ 3,14, no maior nível em quase um mês.
O movimento de queda do dólar no Brasil acompanhou o cenário externo; em outros mercados, a moeda norte-americana também se desvalorizou.
A criação de novas vagas de emprego no país desacelerou nos Estados Unidos em junho, e os norte-americanos deixaram a força de trabalho em massa.
"O número principal veio fraco e os salários não subiram. É uma surpresa, porque parecia que os Estados Unidos estavam se recuperando com rapidez", disse à agência de notícias Reuters o superintendente de câmbio da corretora Tov, Reginaldo Siaca.
Assim, aumentaram as apostas de que uma alta dos juros por lá ainda deve demorar. O nível de emprego tem sido citado pelo Federal Reserve, o banco central do país, como principal critério para definir o momento em que os juros irão subir.
Enquanto os juros estiverem baixos nos Estados Unidos, investidores tendem a preferir manter seu dinheiro em mercados nos quais os rendimentos são maiores, como o Brasil.
Investidores também continuavam monitorando os desdobramentos da crise da dívida da Grécia, a poucos dias de um referendo no fim de semana que pode decidir o futuro do país na zona do euro. 
De maneira geral, operadores avaliam que a eventual saída da Grécia do bloco teria pequeno impacto no Brasil.

Fonte:http://economia.uol.com.br/

Impostômetro de SP.

SP pagou 37,3% da arrecadação total do País no primeiro semestre



O Estado de São Paulo foi responsável pelo pagamento de 37,3% do R$ 1 trilhão em tributos arrecadados no primeiro semestre no País, informou nesta quinta-feira, 2, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O levantamento foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) com dados do Impostômetro até o dia 29 de junho.
O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar, com 14,24%, seguido por Distrito Federal (6,86%) e Minas Gerais (6,75%). O Estado que teve a menor contribuição foi Roraima, com 0,11%.
Os dados indicam ainda que, desse R$ 1 trilhão, 61,25% são de tributos federais, 28,18% estaduais e 10,57% municipais. No geral, o tributo de maior arrecadação é o ICMS, com 18,41% do total, seguido pela contribuição previdenciária para o INSS (16,09%), Imposto de Renda (15,57%) e Cofins (9,36%).
Segundo o economista-chefe da ACSP, Marcel Solimeo, mesmo com a crise que afeta as vendas do comércio a tributação do consumo foi significativa por causa do aumento das tarifas de energia elétrica. "É evidente que a arrecadação cai com a diminuição do consumo das famílias, mas tivemos, por exemplo, um aumento de mais de 45% na energia elétrica, um dos setores mais tributados do Brasil", ressalta.

Fonte: http://economia.uol.com.br/