domingo, 9 de agosto de 2015

Atrações Turística de Suzano - SP

                                                                Magic City
O Parque Aquático Magic City é um complexo de lazer situado a 60km da capital paulista localizado na Cidade de Suzano que reúne diversas atrações para todas as idades, entre parques aquáticos, parque de diversões, esportes de aventura e hospedagem.
Fundado em 12/07/1994 com o nome de Paraíso do Sol, o empreendimento tinha como foco o acampamento para crianças e jovens. Com o passar dos anos a empresa evoluiu e já com o nome de Magic City, a partir do ano de 1996, tinha como seu principal objetivo oferecer lazer e entretenimento para toda a família.
Após a construção dos parques aquáticos e da pousada, o Magic City se posicionou entre os grandes complexos de lazer do país, e desde então não para de crescer. A estrutura do complexo conta ainda com restaurantes, lanchonetes, lojas de artesanato e conveniência auditório e grandes áreas para shows e eventos.
Oferecendo diversos postos de trabalho direta e indiretamente, é um dos grandes movimentadores da economia suzanense.

MISSÃO

O Magic City tem como missão colocar um sorriso no rosto de cada criança e adulto.

VISÃO

A visão da empresa é tornar-se referência em lazer e turismo, tomando por base o espírito inovador e a vontade de melhorar e fazer as pessoas mais felizes a cada dia.

VALORES

Qualidade:
Nos serviços prestados e nos nossos equipamentos;
Ética:
Ser honesto consigo mesmo e com o próximo, permitindo a liberdade de opiniões;
Transparência:
Na comunicação e nas atitudes;
Responsabilidade:
Com o serviço e com o sorriso de cada cliente;
Respeito:
Ao meio ambiente,ao ambiente compartilhado e ao ser humano que convive em ambos;
Integridade:
Do caráter de todos nós.


http://www.magiccity.com.br/sobre-magic-city/quem-somos

História de Suzano - SP

                                                               Suzano - SP


A emancipação política do município de Suzano ocorreu em no final da década de 1940, e desde então destaca-se na Região Metropolitana de São Paulo por ser um polo industrial, especialmente do setor químico. Quando se tornou município, Suzano já abrigava 563 indústrias e 5.274 empresas; juntando a isso o fato de ter um setor comercial diversificado, com centros comerciais nos distritos de Boa Vista e Palmeiras, além do Centro - que possui um shopping inclusive -, o município estava, em 2009, entre os vinte que mais arrecadam Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - (ICMS), no estado de São Paulo. O crescimento industrial de Suzano foi impulsionado no passado em razão de possuir locais disponíveis para a instalação de empresas e por ter acesso a rodovias que levam ao interior e litoral do estado. Diretamente por Suzano, passam as rodovias Índio Tibiriçá e Henrique Eroles. Suzano tem acesso direto à Ayrton Senna, e indireto á Mogi-Dutra e consequentemente a própria Dutra.
Destaca-se ainda em Suzano a produção agrícola e de flores, além do esporte. Suzano recebeu por toda a sua história influência da cultura japonesa, tendo recebido várias famílias do Japão no movimento migratório do começo do século. Hoje essas famílias fazem parte da economia e política de Suzano. Atualmente os principais problemas enfrentados pelo município são decorrentes da explosão populacional que ocorreu em Suzano e em toda a Grande São Paulo. Um exemplo, é o fato de Suzano conseguir ser também ser o município mais rico da região (considerando o Produto Interno Bruto), mas também é o quarto município mais pobre da região e o décimo sexto do estado (considerando o PIB per capita). Isso ocorre porque a riqueza produzida na cidade fica concentrada em uma pequena parte da população.
Economia
A economia suzanense é fortemente caracterizada pelas atividades industrial, comercial e hortifrutigranjeira. Suzano tem hoje o maior PIB per capita do Alto Tietê e é referência industrial e comercial da região.
Educação
Suzano possui escolas de nível fundamental, médio, técnico e superior. Na educação básica há escolas públicas e privadas, incluindo unidades do SESI. Em 2008 foi inaugurada uma escola técnica estadual construída no antigo prédio do CEFAM (Centro de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério) de Suzano. A ETEC da Cidadfe Suzano foi instalada no segundo semestre daquele ano. Na época da instalação, contava com dois cursos (Técnico em Gestão Ambiental e Técnico em Química).
No município está instalada uma faculdade, a Faculdade Unida de Suzano - Unisuz, e unidades de educação a distância de instituições de outros municípios. Desde o segundo semestre de 2010 uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - IFSP, no Jardim Monte Cristo, sendo que a princípio estão sendo ministrados dois cursos técnicos (automação industrial e comércio), que tem juntos 160 vagas. Quando as obras forem concluídas, serão ministrados mais cursos técnicos e cursos de nível superior.
Ao lado do IFSP haverá um campus do Instituto Piaget, de Portugal, que se chamará UniPiaget Brasil.




Fonte: http://www.encontrasuzano.com.br/suzano/

Aspectos históricos de Guararema - SP

                                      HISTÓRICO



Segundo Aureliano Leite em 1560 Braz Cubas se embrenha pelo sertão e descobre ouro em vasta sesmaria que chega quase à margem esquerda do Rio Anhembi (Tietê). A descoberta é comunicada ao Rei por carta datada de 25 de Abril de 1562. Em sua entrada pelo sertão, Braz Cubas desce a seguir pelo Rio Paraíba e, atravessando a Mantiqueira, esbarra no Rio São Francisco. Segundo o historiador, Isaac Grinderg, este foi o primeiro homem a pisar em nosso solo.
1608- A 22 de setembro, Gaspar Vaz obtém uma sesmaria em Mogi.
1611- O próprio Gaspar Vaz fundou o aldeamento da Escada, para onde foram levados índios já catequizados. Já em 1625 o aldeamento havia sido entregue aos jesuítas que sobreviviam da lavoura. Em 1652 os padres jesuítas erigiram a primeira capela no arraial. Devido ao seu posicionamento geográfico, durante séculos a localidade constituiu-se como etapa obrigatória dos caminhantes que iam de São Paulo para o Rio de Janeiro e vice-versa. Por dar proteção aos índios os jesuítas somaram muitos inimigos, inclusive Gaspar Vaz, que defendia a escravização dos índios. Os inimigos atacavam as aldeias e destruíam várias reduções jesuíticas ao sul do Brasil e Uruguai: tão freqüente se tornaram estes ataques, que os jesuítas foram reclamar ao Papa, o qual em 1640 declarou todos os índios da América livres. Com o acontecido os colonos decidiram pela expulsão dos jesuítas de toda a capitania.
Em 15/12/1732 o índio chamado a moda portuguesa de Sebastião Silva é nomeado capitão-mor dos Índios do arraial da Escada, nesse mesmo ano, a primeira capela foi demolida em virtude de má conservação para dar lugar a outra capela. Em 1734, com a vinda dos Franciscanos, ergueu-se um alojamento anexo que passou a funcionar como convento. Construído em taipa de pilão, o conjunto, representativo da Arquitetura Colonial Brasileira, foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no dia 25/01/1941. A capela recebeu o nome da Nossa Senhora da Conceição e logo passou a chamar-se Nossa Senhora da Escada. Há várias hipóteses para a mudança do nome. O fato mais provável talvez seja este: "Reza a tradição popular que os indígenas tinham por hábito colocar sobre a sepultura de seus mortos um fardel cheio de alimentos e uma escada para que a subida da alma até o reino de Tupã se realizasse de maneira tranqüila. Conhecedores deste fato, os padres teriam tratado de esculpir degraus ao redor da Virgem, com o objetivo de estabelecer uma ligação entre as crenças pagãs e a religião adventícia, de modo a facilitar a catequização.
Conhecedores dos fatos ocorridos no arraial da Escada. O padre vila de São Miguel, com o apoio do vigário da vara de São Paulo, André Baruel autoriza o supervisor da vila de São Miguel a levar para essa igreja "as imagens e alfaias" da igreja da Escada junto com 46 índios, que aqui viviam, com isso não concorda a Câmara de Mogi das Cruzes, que com povo reunido vai a São Miguel e trás de lá as imagens e os índios que haviam sidos tomados a Escada. (Leonardo Arroyo, " Igrejas de São Paulo").
Foi o Arraial da Escada elevado a FREGUESIA DA ESCADA pela Lei n.º 09 de fevereiro de 1846. Porém, esse fato foi revogado pela Lei n.º 06 de 23 de maio de 1850, pois o Arraial teve atrofiada sua propriedade em conseqüência da atração exercida pelos outros vizinhos. Só em 1872, pela Lei n.º 01 de 28 de fevereiro, foi definitivamente elevado a Distrito de Paz. Foram seus primeiros dirigentes: Benedito Antônio de Paula, Antônio de Mello Franco e Joaquim Alves Pereira. Como vigário da nova paróquia que surgia, veio o Padre Miguel Piement e a 03 de julho de 1872 a capela de Nossa Senhora da Escada foi instituída canonicamente e hoje faz parte do Patrimônio Histórico Nacional.
Em 1875, Dona Laurinda de Souza Leite, a fim de auxiliar uma ex-escrava, Maria Florência, fez-lhe doação de um quinhão de terra situado às margens do rio Paraíba, em lugar plano, distante 3,5 Km do Arraial da Escada, pouco acima da foz do ribeirão Guararema. Levada por sentimentos religiosos, Maria Florência deliberou construir numa parte do terreno recebido, uma capela para o santo de sua devoção, São Benedito. Com o auxílio de outras pessoas e algumas economias suas, Maria Florência em pouco tempo conseguiu terminar a construção da Capela de São Benedito. Aos poucos foram se estabelecendo outros moradores nos arredores da capela, formando-se um vilarejo que recebeu o nome de “GUARAREMA” - (do tupi guarani - Pau D’Alho), devido à abundância dessa árvore nesta região. Em julho de 1876, inaugurou-se o trecho da EFCB - Estrada de Ferro Central do Brasil, entre Mogi das Cruzes e Jacareí com a passagem da estrada de ferro pela Vila: esta se desenvolveu rapidamente e por Decreto n.º 8 de 08 de janeiro de 1890, a sede do Distrito de Paz da Escada foi transferida para o povoado de Guararema, que foi elevado à categoria de Município pela Lei n.º 528, de 03 de junho de 1898. Como era preciso ter um prédio para Câmara e outro para cadeia, logo construídos a 19 de setembro de 1899, com a instalação da Primeira Câmara Municipal de Guararema, foram empossados: Major José de Paula Lopes, Joaquim Paião, Maximino Prudêncio de Mello, Benedicto Pinto de Souza, Joaquim Alves Pereira e Benedicto de Souza Ramalho. Em 23 de setembro de 1899 foram realizadas eleições dos Poderes Municipais, sendo presidente o Major José de Paula Lopes e Vice Presidente Joaquim Paião. Foi o 1º. Intendente Municipal (Prefeito): Benedicto de Souza Ramalho. Secretário: o músico e compositor Júlio Cezar Nascimento. Comissão de Justiça e Finanças: Major José de Paula Lopes e Joaquim Alves Pereira. Comissão de Obras Públicas e Higiene: Benedicto de Souza Ramalho, Benedicto Pinto de Souza e Maximino Prudêncio de Mello. A Sede Municipal foi elevada à categoria de cidade, pela Lei Estadual n.º1.038 de 19 de Dezembro de 1906.A denominação dos habitantes do município é "GUARAREMENSE".
População: 26.974 habitantes (IBGE/2009)
Área Territorial: 270,5 km², o que resulta numa densidade demográfica de 101,988 hab/km².
Distância da Capital Paulista: 81 Km
Clima: Tropical de Altitude CWa
Aniversário da cidade: 19 de setembro
Cidades Limítrofes: Biritiba Mirim, Jacareí, Mogi das Cruzes, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel
Temperatura: média anual é de 27º C
Economia: Guararema vem apostando no turismo, com seus vário atrativos naturais e histórico-culturais, como uma nova fonte de recursos para o desenvolvimento socioeconômico.



Fonte: http://www.guararema.sp.gov.br/59/institucional/simbolos+oficiais/historico/

sábado, 8 de agosto de 2015

Historia de Mogi das Cruzes

Mogi das Cruzes é um município de São Pauloo maior e mais desenvolvido município da Região do Alto Tietê.

                                                                               Mogi das Cruzes vista do Pico do Urubu.


Antes da fundação do povoado de Mogi das Cruzes, o bandeirante Braz Cubas, no ano de 1560, havia se embrenhado pelas matas do território mogiano, às margens do Rio Anhembi, hoje Tietê, à procura de ouro.

Gaspar Vaz abriu o primeiro caminho de acesso de São Paulo a Mogi, dando início ao povoado, que foi elevado à Vila em 17 de agosto de 1611, com o nome de Vila de Sant'Anna de Mogi Mirim. A oficialização ocorreu em 1º de setembro, dia em que se comemora o aniversário da cidade.

Mogi é uma alteração de Boigy que, por sua vez, vem de M'Boigy, o que significa "Rio das Cobras", denominação que os índios davam a um trecho do Tietê. Quando a Vila foi criada em 1611, devido ao costume de adotar o nome do padroeiro, passou a ser denominada "Sant'Anna de Mogy Mirim".

Na língua indígena, Mirim quer dizer pequeno. Provavelmente, uma referência ao riacho Mogi Mirim. A linguagem popular tratou de acrescentar o termo "cruzes" ao nome oficial da Vila. Era costume dos povoadores sinalizar com cruzes os marcos que indicavam os limites da Vila, de acordo com tese de Dom Duarte Leopoldo e Silva, confirmada pelo historiador e professor Jurandyr Ferraz de Campos. 



Datas e Fatos

1560 - Ano que marca a fundação de Mogi das Cruzes;
1601* - Não há mais tribos indígenas. Fica pronta a primeira ligação entre São Paulo e Mogi das Cruzes, favorecendo o trânsito de paulistanos como Gaspar Vaz, fundador do município, que deixou suas atividades para dedicar-se à formação do povoado de Mogi Mirim (Boigy);
1611 - Surge oficialmente a Vila de Sant'Anna de Mogy Mirim, em 17 de Agosto (oficializada em 1º de setembro) como sítio de grande importância no projeto de povoamento do Brasil. Até a metade do século XVI, existiam 14 vilas, todas no litoral, com exceção de São Paulo de Piratininga;
1822 - Mogi recebe o Príncipe Regente D. Pedro, em 9 de setembro, após a Proclamação da Independência. Hospeda-se no Convento do Carmo - propriedade dos carmelitas instalados na cidade desde 1633, com a construção da Igreja de Ordem 1ª do Carmo. Depois, seguem viagem levando um documento dos mogianos, que reitera apoio à Independência do Brasil;
1855 - Elevação a cidade em 13 de março;
1874 - Elevação a comarca em 14 de Abril;
1º DE SETEMBRO - Comemora-se o aniversário da cidade.




Fonte: http://www.mogidascruzes.sp.gov.br/turismo/historia.php

Agenda Cultural mês de Julho aos finais de semana em Mogi das Cruzes - SP

Evento: Feira de Artesanato / Exposição ‘Inspirações’, da 

artista plástica Ana Rafful.

                                                Casarão do Chá. Foto: Guilherme Berti

Das 9h00 às 17h00 (Casarão do Chá)

Evento: Feira de Artesanato / Exposição ‘Inspirações’, da artista plástica Ana Rafful
GRATUITO :)
Recomendação: Livre

Artesanatos, comidas (lanche de pernil, pernil de porco assado no rolete, espetinhos de carne e de frango, comida árabe, galinhada, paella, entre outros) e produtos típicos.
A exposição sediada pelo Casarão do Chá contará com 35 trabalhos entre desenhos aquarelas e ilustrações da artista plástica Ana Rafful, 60 trabalhos do Urban Sketchers São Paulo e a participação com 11 trabalhos das artistas plásticas Marion Th. Bremaud Boumans, Marion Rivolier, Tula Moraes et Brigitte Lannaud Levy, de Paris, que enviaram suas obras especialmente para o evento. Estará aberta ao público todos os domingos, até o dia 26 de Julho.





Fonte: http://mogiemfoco.com/tag/agenda-cultural/

Festival de Inverno Serra do Itapety - Mogi das Cruzes / SP.

         Espetáculo: ‘A Casa de Farinha do Gonzagão’




A música de Luiz Gonzaga dá origem ao espetáculo, que é um híbrido de teatro, música, dança e culinária. A CTI escolheu o teatro popular como meio de comunicar suas reflexões, trazendo elementos da vivacidade de um povo que se redimensiona na força e intensidade da poesia que pulsa na obra do Gonzagão. Neste espetáculo cênico-musical, o público é também atuador.

18/07 – SÁBADO

17h00 (Praça Oswaldo Cruz)
Espetáculo: ‘A Casa de Farinha do Gonzagão’
Festival de Inverno Serra do Itapety - Mogi das Cruzes / SP.
Ingressos: GRATUITO :)
Recomendação: Livre






Fonte: http://mogiemfoco.com/tag/agenda-cultural/



A Festa - Akimatsuri

A palavra Akimatsuri pode ser desmembrada em duas: Aki significa Outono e Matsuri corresponde à festa.




Histórico
O Akimatsuri é uma das festas mais tradicionais da colônia japonesa realizada dentro do Estado de São Paulo, com uma média de público de 80 mil pessoas. É realizada desde 1986, em Mogi das Cruzes, (apenas 50 minutos da Capital) pelo Bunkyo de Mogi das Cruzes, sempre no mês de abril, por um grupo de voluntários que tem como missão ajudar a associação no resgate e divulgação da cultura japonesa.

Frente a esse objetivo, o Akimatsuri mantém viva as tradições, costumes, crenças e incentiva as manifestações artísticas e culturais. Como em todos os anos, tem uma grande programação de shows e eventos que, além de entreter, dão a oportunidade para jovens talentos e grupos artísticos divulgarem seu potencial.

Outra importante tarefa atribuída à Festa do Akimatsuri é a divulgação da atividade agrícola da região. Em um espaço reservado, chamado de Pavilhão Agrícola, agricultores de diferentes tipos de cultura expõem seus produtos de uma maneira bem diferente. Flores, frutas, hortaliças, verduras e ovos transformam-se em artigos de decoração, destacando-se pela criatividade e originalidade

Se o Pavilhão Agrícola encanta os olhos dos nossos visitantes, a Praça de Alimentação os prende pela diversidade nos pratos. No total, são 25 boxes com iguarias típicas japoneses, produzidas com o mais alto rigor de qualidade e higiene. Os pratos, em sua grande maioria, são comercializados pelas associações membros do Bunkyo que aproveitam a oportunidade para reverterem renda para suas atividades internas.

Em sua 29 edição, a Festa do Akimatsuri transformou-se em mais do que uma festa agrícola e cultural. É também um grande Centro de Negócios ideal para empresários que querem expor seus produtos ou marca, conseguindo divulgação para um público de mais de 80 mil pessoas.



Fonte: http://www.akimatsuri.com.br/a-festa